A AmBev foi condenada pelo TRF do Paraná  indenizar em R$ 50 mil reais um funcionário evangélico por danos morais. O irmão alegou  que era obrigado a comparecer nas reuniões da empresa nas quais estavam presentes garotas de programa e strippers com o objetivo de estimular o cumprimento de metas e também para premiar os melhores vendedores. O autor da denúncia, que é casado, descreveu que foi amarrado e obrigado a assistir filmes pornográficos e a um show de striptease em sua sala de trabalho. Afirmou que havia um “vale-sexo”, para premiar os funcionários com melhor desempenho para gastarem em boates eróticas. Ele apresentou testemunhas que confirmaram as suas afirmações. A empresa recorreu ao Tribunal Superior do Trabalho que confirmou a sentença e também a indenização.

Fonte: Revista Veja