Guerra

Estados Unidos, França e Grã-Bretanha tem se mostrado a favor de um ataque contra o regime de Assad. A justificativa é a utilização de armas químicas contra a população, o que foi  denunciado pelos rebeldes, e cujas consequências foram confirmadas pelos Médicos Sem Fronteiras e outras organizações.

Enquanto o Departamento de Defesa dos Estados Unidos indica um ataque localizado com mísseis para servir como um “alerta” para o regime de Assad, outras potências especulam outros cenários possíveis.

A Grã-Bretanha anunciou que vai apresentar uma resolução ao Conselho de Segurança das Nações Unidas para buscar a condenação unânime de ataque com armas químicas pelo presidente sírio, um ataque que o governo Assad continua a negar. David Cameron disse que a intenção desta resolução seria “propor as medidas necessárias para proteger os civis”.

AMEAÇAS A ISRAEL

Tanto a Síria como o Irã, um de seus principais aliados, levantaram o tom de suas ameaças de Israel, que nesta quarta-feira ativou todas as suas defesas antimísseis como uma precaução contra um possível ataque da Síria se os EUA e outros países, eventualmente, intervissem na Síria.

A procura por máscaras de gás aumentou grandemente por parte da população civil de Israel.

O Irã apontou diretamente um ataque a Israel como um resultado direto da intervenção armada na Síria. “Se os EUA atacarem a Síria, as chamas da ira dos revolucionários se voltarão para o regime sionista”, assegurou Haqiqatpur Mansur, um proeminente membro do parlamento iraniano, à agência de notícias Fars e que foi divulgada pelo The New York Times.

A reunião de emergência da Liga Árabe no Cairo na terça-feira, se mostrou contra o ataque. Membros da organização dizem que não há dúvida de que o regime sírio “é totalmente responsável por este crime hediondo”, algo que é considerado inaceitável. Também pedem uma ação rápida no âmbito das Nações Unidas e que os responsáveis ?sejam julgados em tribunais internacionais .

Fonte: Fuerza Latina Cristiana e outros