O Senhor está nos dando uma grande oportunidade para intercedermos por países que nem sequer conhecíamos.

Neste final de semana podemos levantar nossas mãos para a Costa do Marfim e por aquele povo tão necessitado da Palavra de Deus.

Veja algumas características deste país:

Nome oficial: República da Costa do Marfim (République de Côte-d’Ivoire).
Nacionalidade: marfinense.

POPULAÇÃO:
Total: 20.179.602 de habitantes, sendo 26% de estrangeiros.
Crescimento demográfico: 3,9% ao ano (2008).
Fecundidade: 5,8 filhos por mulher (2000).
Expectativa de vida: 48,3 anos (2007).
Mortalidade infantil: 95,06 por mil nascimentos vivos (2000).
Analfabetismo: 51,3% (2007)

Religião: islamismo 38,7%, cristianismo 26,1% (católicos 20,8%, protestantes 5,3%), animismo 17%, ateísmo 13,4%, outras 4,8% (1988).

Missionários no país: 1.109 em 73 agências de 31 países.

Comentários:

A República da Costa do Marfim fica na África, no lado oeste do continente, fazendo fronteira com Guiné, Libéria, Mali, Burquina Fasso e Gana. Possui duas capitais: uma administrativa (Yamoussoukro) e outra (Abidjan) onde está a sede do governo. O idioma oficial do país é o francês, mas os dialetos diula e baulê são muito falados entre a população. Dos mais de 19 milhões de habitantes, cerca de 3,5 milhões vivem na capital Abidjan. Em Yamoussoukro, com sua moderna arquitetura, vivem pouco mais de 300 mil marfinenses.

O nome Costa “do Marfim” é uma referência ao grande número de elefantes que existia na região e que hoje vivem, preservados, no Parque Nacional Comoé, patrimônio natural da humanidade. O país é um dos mais prósperos do oeste africano graças à agricultura, sobretudo café e cacau – fruta da qual a Costa do Marfim é a maior produtora mundial. Entretanto, alguns grupos étnicos do país fazem comércio ilegal do marfim e abastecem países europeus. Mais de 60 etnias (entre eles bauleses, betes, senufos, mandingas), a maioria seguidora do animismo, convivem no mesmo território. Esta pluralidade étnica e religiosa foi a grande causadora da recente guerra civil que durou cinco anos (2002 a 2007). Além das diferenças religiosas e dos conflitos pela exportação ilegal do marfim, os grupos étnicos marfinenses também têm em comum o fato de serem não-alcançados pelo Evangelho ou possuírem trabalhos missionários incipientes e que 15% da população está com vírus da AIDS.

Atualmente, a obra missionária na Costa do Marfim está direcionada para o ensino e preparo das lideranças, a tradução da Bíblia para os dialetos locais e a exibição do filme Jesus. Contudo, são muitas as possibilidades de crescimento da evangelização dos marfinenses. Como o país desfruta de liberdade religiosa, apesar do avanço do islamismo e das crenças tradicionais, a chegada de pastores e professores de Teologia contribuirá na formação das lideranças e com a pregação do Evangelho genuíno, distante do sincretismo com as crenças tradicionais. Outras alternativas são os trabalhos assistenciais nas áreas da saúde, com a plantação de clínicas médicas, da educação, através de escolas de ensino fundamental, e do esporte, com escolinhas de futebol e outros esportes.

Grupos da sociedade civil e líderes religiosos de Costa do Marfim, relatam as suas profundas preocupações sobre o impasse político e a persistente deterioração das condições sociais no seu país.

Costa do Marfim está dividida desde o final de 2002. Rebeldes do Norte, dizem que eles estão buscando eleições livres e justas, e direitos iguais para centenas de milhares de pessoas em situação irregular. Muitos deles são filhos e filhas ou netos de trabalhadores migrantes de países vizinhos, que vieram para trabalhar nas plantações de cacau décadas atrás.

Nos últimos anos, a insegurança persistente, a corrupção crescente, bem como a fuga do investimento estrangeiro, criaram uma situação na qual um número crescente de civis estão encontrando alimento para apenas uma refeição por dia, enquanto a infra-estrutura nas cidades e vilas se desintegra.

Fontes: Junta de Missões Mundiais, wikipedia